Manifesto tem abaixo-assinado pelo fim da publicidade infantil

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O Instituto Alana encabeça mais uma ação buscando proibir a publicidade infantil no Brasil. Agora é um abaixo-assinado online.
 

A argumentação é a mesma de outras iniciativas que não obtiveram o resultado desejado: alegam que devemos proteger as crianças dos malefícios da publicidade. Não fazendo distinção de faixa etária ou estágio de desenvolvimento, consideram-nas “hipervulneráveis”, incapazes de “interpretação crítica dos apelos mercadológicos”.

Dizem também que, como temos crianças em condições de miséria, não devemos despertar nelas desejos que não poderão ser atendidos. Desconsideram que a publicidade é voltada ao público para o qual o produto é destinado. Também não levam em conta que os desejos não são criados pela publicidade, mas são intrínsecos ao público (necessidades latentes). E deixam implícito que as pessoas que não tem condições de adquirir um produto desejado acabam apelando para a violência (argumentação já utilizada em outros textos).

Por fim, dizem que a publicidade causa materialismo, obesidade, erotização, estresse, violência e alcoolismo.

Infelizmente, há muita informação equivocada sobre o assunto. Considero que seria muito mais produtivo criar um fórum de discussão com especialistas de diferentes áreas. Mas parece que o diálogo não é um caminho procurado pelos que desejam proibir.

O abaixo-assinado pode ser encontrado em http://www.publicidadeinfantilnao.org.br.

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