Guerra contra a obesidade se estende

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Em reunião no Brasil, Coca-Cola, Pepsico e produtores de várias partes do mundo traçaram estratégias para enfrentar o problema

Os grandes fabricantes mundiais de refrigerantes começam a reagir ao aperto promovido pelos governos ao consumo do açúcar, um dos alvos da guerra contra a obesidade – que em alguns Estados americanos, como Arkansas e West Virginia, tomou a forma de taxação a seus produtos. Em reunião no Brasil, Coca-Cola, Pepsico e produtores de várias partes do mundo traçaram estratégias para enfrentar o problema, que também passa pela venda de refrigerantes a crianças.

A Pepsico anunciou em março que vai deixar de vender refrigerantes com alto teor de açúcar em escolas primárias e secundárias, em todo o mundo, até 2012. Fontes ligadas à Coca-Cola dizem que a empresa seguirá o mesmo caminho e interromperá vendas para crianças menores de 12 anos. No Brasil, maior produtor mundial de açúcar, quase um terço do açúcar destinado ao consumo industrial é comprado pelos fabricantes de refrigerantes.

Fonte: Valor Econômico – 16/04/2010

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A preocupação em desenvolver e oferecer produtos saudáveis às crianças é o caminho obrigatório para todas as empresas que trabalham com o público infantil. É uma medida muito mais inteligente que simplesmente proibir a publicidade direcionada a crianças, como querem alguns.

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