Empresas lucram com personagens infantis em material escolar

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O Estadão publicou dia 30/01 uma matéria sobre licenciamento de personagens infantis para materiais escolares. Eu forneci várias informações para a reportagem.

Segue um trecho da matéria:
“Para produtos de venda em massa, não basta que o personagem seja
conhecido. Ele deve ser considerado relevante pelo público”, afirma
Arnaldo Rabelo, especialista em marketing infantil. “É importante que
os conceitos e valores que o personagem representa sejam compatíveis
com o público e com o produto. Além disso, quando o usuário do produto
é a criança, esses conceitos precisam ser aprovados pelos responsáveis
pela criança, principalmente a mãe.”

Veja a matéria completa aqui.

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