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menos de 1 minuto Um estudo da Faculdade de Economia e Administração (FEA) da Universidade de São Paulo mostra que o mercado infantil cresce em ritmo acelerado no Brasil: 14% ao ano – ou o dobro do verificado nos segmentos voltados para adultos. Hoje, as crianças movimentam cerca de R$ 50 bilhões por ano no país. “Os pais nunca gastaram tanto com o consumo dos filhos como agora”, constata Luiz Slongo, professor de Administração da PUC no Rio Grande do Sul e especialista em Continue lendo

menos de 1 minuto Recente pesquisa do Data Popular aponta que, para cada adulto da classe A/B, hoje há 5,5 da classe C/D. Os segmentos que mais oferecem oportunidades aos empresários que focam no público de baixa renda são o de leite e derivados, fraldas descartáveis, educação, beleza e produtos financeiros. Dar atenção ao público infantil pode ser uma boa estratégia para a conquista destes consumidores. Além de vender para as crianças, é importante conquistá-las e fidelizá-las, pois, ao chegarem na idade adulta, vão Continue lendo

menos de 1 minuto Novas regras no bilionário universo dos produtos infantis que movimenta, no Brasil, cerca de R$ 7 bilhões por ano. A partir de 1º de setembro de 2006, começam a valer novas regras éticas para os anúncios de alimentos e bebidas destinados ao público infanto-juvenil, estabelecidas pelo Conar (Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária), fruto da reformulação do Código Brasileiro de Auto-regulamentação Publicitária. Segundo o órgão, por se tratar de um público com personalidade ainda em formação, teoricamente sem maturidade suficiente para Continue lendo

menos de 1 minuto Nos Estados Unidos as escolas começam a ser proibidas de vender refrigerantes, em função do problema da obesidade infantil. No Brasil, este movimento está ganhando força. Com isso, produtores de água mineral e sucos começam a direcionar seus produtos para as cantinas escolares. Como armas para vender produtos considerados commodities, as empresas estão usando o design mais infantil nas embalagens e o licenciamento de personagens que têm apelo junto às crianças. Também não estão se esquecendo de que a confiança Continue lendo

menos de 1 minuto As indústrias de calçados têm sacrificado o que podem para não sofrer tanto com o dólar em baixa e com a “invasão chinesa” no setor. O mercado não tem absorvido os repasses e muitos contratos têm se perdido. Apesar das dificuldades, muitas indústrias estão conseguindo manter seus embarques nos mesmos patamares do ano passado. É o caso das indústrias de calçados infantis Bical e Bibi. Medidas como a pulverização dos embarques e o contato direto com os clientes, sem o Continue lendo

menos de 1 minuto O marketing orienta a empresa a oferecer o que o consumidor quer. Mas e se o que ele quer o prejudicar a longo prazo? As empresas precisam ter essa preocupação com o bem-estar do consumidor a longo prazo, senão vai sofrer sanções no futuro. O McDonald’s teve que oferecer alternativas de alimentos mais saudáveis em resposta a uma pressão da sociedade. Não teria sido menos desgastante se antecipar a essa necessidade? Em função do problema da obesidade infantil – também Continue lendo

menos de 1 minuto Embora deixados muitas vezes em casa, para evitar pressões e gastos desnecessários, os filhos determinam cada vez mais os padrões de consumo dos pais, principalmente na ida ao supermercado. É o que revela pesquisa realizada pela TNS InterScience, empresa especializada em pesquisas Ad-Hoc (feitas sob encomenda). O estudo mostra um aumento crescente da influência de crianças e pré-adolescentes nos produtos adquiridos pelos adultos. Realizada nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, junto a 1.500 mães (de 18 a Continue lendo

menos de 1 minuto O setor de brinquedos deve crescer 15% em volume de vendas e produzir 130 milhões de unidades em 2006, de acordo com a Abrinq – Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos. Só no ano passado, o setor faturou R$ 950 milhões, gerou 19 mil empregos e produziu 115 milhões de unidades, segundo a associação. A expectativa é de que o número de brinquedos que cada criança compra no Brasil por ano passe de sete para 10 unidades. Nos Estados Unidos, Continue lendo

menos de 1 minuto Segundo dados de 2003 da ABICAB, o faturamento do setor foi de R$ 6,6 bilhões, divididos em R$ 3,7 bilhões em Chocolate, R$ 2,1 bilhões em balas, confeitos e gomas de mascar e R$ 800 milhões em amendoins. As exportações geraram US$ 235.952.348, com uma venda total de 172 mil toneladas, para 129 países de todo o mundo. Os 10 maiores compradores são: Estados Unidos, Paraguai, África do Sul, Argentina, Bolívia, Chile, Canadá, México, Uruguai e Angola. No primeiro semestre Continue lendo

menos de 1 minuto Este blog tem como objetivos discutir e divulgar informações, práticas e estratégias sobre produtos e serviços voltados ao público infantil. Esta área tem crescido bastante e o ainda faltam no Brasil informações adequadas aos profissionais de marketing. A questão ética também é objeto de discussão. A prática inadequada de ações de marketing ao público infantil levou alguns países a proibir qualquer propaganda voltada diretamente às crianças.